Agência estuda se Brasil deve defender uso de espectro da banda C para banda larga móvel

A Anatel está estudando ainda a posição que será levada pelo Brasil à conferência mundial de radiofrequência da União Internacional de Telecomunicações (UIT) a ser realizada em 2015 e que deve voltar a discutir novas faixas para o IMT-2000 (banda larga móvel). Uma das preocupações diz respeito às frequências usadas pelos serviços de satélite em banda C: 3,6 GHz a 4,2 GHz. A banda C é hoje considerada fundamental pelos operadores de satélite para a distribuição de sinais de TV e dados com alta confiabilidade. Segundo o conselheiro e vice-presidente da Anatel, Jarbas Valente, que falou durante o Congresso Latino-americano de Satélites, que terminou esta sexta, 6, no Rio de Janeiro, ainda não existe uma posição, mas está claro que a banda C no satélite cumpre um papel relevante no Brasil, seja pelos aspectos econômicos (é uma tecnologia barata de recepção, sobretudo de sinais de TV) seja pelo aspecto geográfico (um país do tamanho do Brasil precisa de faixas satelitais mais robustas).

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