Comunika quer passar de 20 milhões de SMS/mês ano que vem

O Comunika, serviço de envio de SMS corporativo da BeWireless, registra atualmente, em média, 15 milhões de mensagens de texto trafegadas por mês. Nos últimos 12 meses, seu volume de SMS cresceu aproximadamente 40%. E a perspectiva para os próximos 12 meses é aumentá-lo em 50%, superando a marca de 20 milhões de mensagens por mês, informa a diretora executiva do Comunika, Crisleine Pereira.
O serviço é utilizado hoje por cerca de 500 empresas de grande, médio e pequeno porte, para comunicação interna com funcionários e colaboradores ou para o relacionamento com clientes. As finalidades são as mais diversas: há desde empresas de cobrança usando o SMS como canal de comunicação com os devedores até consultórios médicos que enviam lembretes sobre consultas aos pacientes, passando por seguradoras de carro que avisam por mensagem de texto a localização do guincho mais próximo e o tempo de espera para a sua chegada.

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A redação e o envio das mensagens são controlados pelos clientes, via web. Recentemente, a BeWireless lançou uma nova versão de seu programa, batizada de "Comunika Desktop". A interface foi simplificada, tornando-a parecida com a de serviços de mensagens instantâneas. "Antes não era muito intuitivo. Agora parece o MSN. Dá mais agilidade e facilita o acesso para empresas pequenas que não têm muito conhecimento técnico", explica Crisleine.
Os clientes podem comprar pacotes pré-pagos de mensagens ou optar pela modalidade pós-paga. O preço unitário por mensagem varia de acordo com o volume trafegado, variando de R$ 0,10 a R$ 0,15 por cada SMS corporativo quando se trata de grandes volumes.
Pirataria
Segundo Crisleine, a maior dificuldade no mercado de SMS corporativo no momento é a oferta de SMS pirata. Trata-se do uso de brokers estrangeiros, que aproveitam as portas de roaming internacional das operadoras para enviar mensagens de texto abaixo do custo. "São players não homologados pelas operadoras e difíceis de serem identificados", comenta Crisleine. Foi através de brokers internacionais que alguns candidatos políticos enviaram spams eleitorais nas eleições do ano passado.

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