CEA quer menos regulação para a indústria de eletrônicos

A indústria de eletrônica de consumo espera ter vendido nos Estados Unidos US$ 216 bilhões em 2014, e a previsão para 2015 é de aumento de 3%, totalizando US$ 223 bilhões, segundo dados da Consumer Electronics Association (CEA). A expectativa é que novas tendências ajudem nesse acréscimo, como o início da indústria de drones e de carros autômatos, que se dirigem sozinhos. Mas a associação reclama que há obstáculos regulatórios que poderiam impedir o avanço. "Leis colocam burocracia e impedem inovação. A CEA está tentando remover essas leis e estamos levantando os estados (norte-americanos) que permitem mais inovação", afirmou o presidente e CEO da entidade, Gary Shapiro, na abertura oficial da Consumer Electronics Show (CES 2015) em Las Vegas nesta terça-feira, 6.

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Shapiro deixou claro também que levanta a bandeira de que muita regulação pode prejudicar a implantação de novas tecnologias, algo que parece ser uníssono entre participantes na feira norte-americana. "O espectro tem que ser leiloado, mas precisamos de frequência não licenciada para ter inovação", afirmou ele, corroborando o que a Qualcomm afirmou na segunda-feira. Nesse discurso, ele também passou um recado claro: no debate de neutralidade de rede, a indústria quer condições para investimento. O que significa forte oposição à proposta do presidente Barack Obama de reclassificar a banda larga como utility.

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