Aplicativos móveis movimentarão mais de US$ 25 bi até 2014

Por muito tempo o mercado de serviços móveis procurou a "killer application" que pudesse agregar receitas substanciais às operadoras e que tivesse potencial para atingir em cheio o mercado consumidor de massa. A busca pode ter chegado ao fim e a resposta não é um aplicativo em si, mas sim as chamadas "application stores", que começaram a surgir após o sucesso do lançamento da loja de aplicativos da Apple para o iPhone 3G.
O estudo "Mobile Applications & Apps Stores: Business Models, Opportunities & Forecasts 2009-2014", desenvolvido pela Juniper Research, avalia que até 2011, a maior parte das receitas relacionadas a aplicativos serão originadas em "app stores", com seus diferentes modelos de billing inerentes a cada aplicativo, como cobrança de assinatura por determinados períodos de tempo, cobrança por evento ou ainda por item adicional. Dessa forma, no longo prazo, a maior parte das receitas para as operadoras móveis passaria a vir do uso desses aplicativos, e não mais da venda de aplicativos e conteúdos em seus portais com marca própria. A Juniper estima que o mercado mundial de aplicativos móveis gere receitas de aproximadamente US$ 10 bilhões em 2009 e que até 2014 este montante ultrapasse os US$ 25 bilhões.
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