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77% das classes D e E têm celular como único dispositivo de acesso à Internet na pandemia

Dados da quarta edição da pesquisa Painel TIC Covid-19 divulgados nesta terça-feira, 5, mostram que 77% dos usuários da Internet situados nas classes D e E utilizaram apenas o celular para acessar a Internet durante a pandemia. A pesquisa entrevistou 5.552 pessoas com mais de 16 anos entre 15 e 30 de julho de 2021.

Outro dado de destaque desta edição da pesquisa TIC Covid-19 mostra o crescimento da televisão como um dispositivo de acesso à rede mundial de computadores (smart TV), em todas as classes, quando comparamos os números com a pesquisa TIC Domicílios: 85% na classe A e B, contra um percentual anterior de 57% ; 63% contra 34% na classe C; e 51% contra 16% nas classes D e E.

Consumo de bens culturais

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Os dados da pesquisa também mostram que durante a pandemia, do total de usuários da Internet no Brasil, 89% assistiram filmes ou série e 86% ouviram música online. Além disso, 43% pagaram plataformas de streaming para ter acesso a filmes ou séries. Este número aponta um crescimento significativo quando comparado com 2018, onde apenas 29% da população usufruíram desses serviços online.

Um fator que pode ter impulsionado é que o setor cultural foi um dos que mais sofreu com a pandemia. Assim, diversas atividades e shows foram cancelados ou migraram para a forma virtual.

Comercio eletrônico

Nas comprar realizadas pela Internet, o cartão de crédito é utilizado por 76% dos usuários da rede mundial de computadores. O Pix é o segundo mais utilizado, sendo preferido por 72% dos usuários. Em dados absolutos, 51% fizeram compras pela Internet durante a pandemia, sendo 81% das classes A e B e 30% da classe C.

A busca por serviços públicos digitais também apresentou crescimento, pois diversos atendimentos presenciais foram suspensos. 85% dos usuários de Internet buscaram por serviços públicos online nos últimos 12 meses. Entre os três primeiros estão o acesso para serviços de saúde pública (53%); busca de informações sobre retirada de documentos como CPF, RG e similares (50%); e acesso a serviços de previdência social ou direitos trabalhistas (48%), sendo que destes, 46% eram das classes D e E.

Entre as pessoas com mais de 60 anos, 57% usaram a internet para buscar sobre serviços públicos de saúde.

Confira os dados aqui.

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