Começa a faltar mão-de-obra para a telefonia fixa, diz Telefónica

Para cumprir – e antecipar – as metas de instalação de terminais fixos no Estado de São Paulo a Telefónica está encontrando um grave problema: a falta de mão-de-obra, conforme explica Ivan Campagnolli, vice-presidente de redes da operadora. "Depois que começamos os trabalhos de expansão, contratamos outras dez empresas terceirizadas daqui do Estado de São Paulo. Não foi suficiente e estamos trazendo de três a quatro empresas de outros Estados. Isto ocorre porque, quando começamos a pressionar nossos fornecedores de serviços para aumentarem suas equipes, notamos que eles estavam pegando funcionários de outras empresas que também trabalhavam para nós, fazendo diminuir sua capacidade de instalação". Foi para quebrar este círculo vicioso que a Telefónica preferiu trazer empresas de outros Estados. "O pior", continua Campagnolli, "é que um cabista, uma das funções mais requisitadas, leva três meses em treinamento e só pode trabalhar sem supervisão constante depois de seis meses". Em números absolutos, a operadora contratou 400 novos funcionários terceirizados e precisa de mais 200.

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