Telefonia fixa fecha setembro com 0,7% de linhas ativas a menos

Foto: Pixabay

A quantidade de assinantes do serviço de telefonia fixa terminou setembro 0,7% menor do que agosto. Apesar da queda contínua do número de assinantes do serviço, o mês de setembro registou uma queda menor quando comparado com o mês anterior, que foi de 1%. Dessa forma, setembro fecha com 30,7 milhões de linhas ativas do serviço. Em agosto, este número foi de 30,9 milhões. Comparado com o mesmo período do ano de 2019, a queda anual foi de 11,8%.

As concessionárias continuam sendo as que mais ofertam o serviço para os consumidores. Ao final de setembro, essas operadoras registraram 16,5 milhões de linhas ativas. Já a autorizatárias, o número foi de 14,1 milhões de usuários com o serviço. Ambos os tipos de outorga seguem em queda.

A densidade de linhas ativas a cada 100 domicílios também caiu. Em agosto, este número foi de 43,7. Já em setembro o número ficou em 43,4. Os dados da Anatel, divulgados nesta terça-feira, 3, mostram que essa redução entre um mês e outro foi de 0,7%.

O Distrito Federal continua sendo a unidade da federação com maior densidade de linhas ativas, são 76,55 a cada 100 domicílios. O segundo estado com maior densidade a cada 100 domicílio é São Paulo, com 72,50 linhas ativas do serviço. O Maranhão, assim como em agosto, continua sendo o estado com menos linhas ativas: são 11,94 a cada 100 domicílios.

Densidade regional

Por outro lado, a região com maior densidade continua sendo a Sudeste, com 60,9 linhas ativas em setembro. Ao mesmo tempo, os dados da Anatel mostram que a região foi a que mais teve redução de linhas entre agosto e setembro quando comparada com as outras regiões, com uma redução de 0,9% entre um mês e outro.

Comparando os dados de setembro de 2020 com o mesmo período do ano passado, a queda anual na região Sudeste foi de 12,5%. Uma média de mais de 1% nos últimos 12 meses. Mas nesse mesmo período, a região que mais reduziu a densidade de linhas a cada 100 domicílios foi a Nordeste, registrando uma diferença anual de 14,5%.

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