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Com 5G, TIM começa a limitar investimentos em 4G a partir de 2023

Com a ativação do 5G standalone em São Paulo, a TIM não deve investir mais em tecnologia 4G para a cidade a partir do ano que vem. Segundo o CEO da empresa, Alberto Griselli, todo o crescimento de rede na metrópole em 2023 para frente será de quinta geração, em caminho que deverá ser replicado em outras localidades.

Durante evento na capital paulista realizado nesta quinta-feira, 4, Griselli explicou que a decisão tem a ver com o ritmo de transição entre as tecnologias e com o próprio momento e racional econômico vivido pela TIM – que está recebendo a maior fatia de antigos clientes da Oi móvel, inclusive no DDD 11.

“Com todo esse esforço, estamos buscando oportunidades. São Paulo é um mercado super importante onde estamos recebendo os clientes da Oi. São mais clientes, mais custos e pressão sobre a infraestrutura, então o 5G vai nos ajudar. Ao lançá-lo, parte do tráfego do 4G vai migrar, e isso vai fazer com que rede 4G seja menos sobrecarregada. Portanto, não precisaremos mais investir em 4G, focalizando o investimento em São Paulo para o 5G”, explicou Griselli.

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“Nos próximos meses, teremos mais capitais [com lançamentos do 5G] e mais abordagens desse nível”, completou o CEO, após questionamento feito por TELETIME. CTIO da TIM, Leonardo Capdeville também comentou a estratégia.

“Do 3G para o 4G nós levamos cerca de quatro anos e meio para o segundo se tornar a tecnologia majoritária. A tendência agora é acelerar: [acredito que] em três anos, o 5G vai ser a majoritária na TIM. Então não faz sentido continuar a investir muito mais em uma tecnologia que está começando a cair, sendo que tem uma nova que está chegando. É até uma questão de respeito ao consumidor que adquire o aparelho 5G”.

Hoje, a empresa estima que entre 4% a 5% da sua base de clientes tenha smartphones compatíveis com o 5G. Este agrupamento, contudo, gera quase o dobro do tráfego médio dos usuários sem aparelhos compatíveis com a quinta geração. “Em São Paulo, 10% do tráfego já é compatível com 5G. Ele saindo do 4G e passando para a nova rede, a capacidade do 4G poderá ser usada por outros clientes”, sinalizou Capdeville.

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