Anatel não vê urgência em mexer na política de roaming

O presidente da Anatel, João Rezende, afirmou que uma eventual extinção do roaming nacional para usuários móveis em deslocamento no País, como proposto pela Proteste, não está na agenda da Anatel. "Não está descartado o fim do roaming no futuro, mas na prática as operadoras móveis com cobertura nacional, incluindo a Nextel, já não cobram roaming nacional. Só quem cobra são a Sercomtel e a Algar, que são regionais e precisam usar interconexão com redes das outras operadoras", afirma Rezende. "Já fizemos uma redução substancial nas tarifas de interconexão, que chegarão a R$ 0,04 em 2018 e obrigamos as operadoras no sistema de atacado a ter uma negociação mais favorável de preço com Sercomtel e Algar. Então, o impacto de extinção do roaming nacional seria baixíssimo", alega. Para Rezende, que participou nesta terça, 4, do Congresso ABTA 2015, o maior problema atualmente dos usuários é no roaming internacional, "mas nisso a Anatel não tem a menor ingerência", diz.

 

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