Dinheiro da privatização

Nem mesmo o apelo da mulher de Sérgio Motta, Vilma Motta, serviram para convencer Fernando Henrique Cardoso a não jogar o dinheiro da privatização no buraco da dívida pública. Vilma Motta chegou, inclusive, a argumentar que este dinheiro, comparado à dívida pública, seria apenas uma gota, "mas um oceano para a dívida social". Sem resultados. Fernando Henrique, que arbitrará sobre o destino do dinheiro, mostrou-se mais propenso a "levar em conta o contexto global do País".

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