Timing político segura aprovação de Manoel Rangel no Senado

Fonte qualificada do Palácio do Planalto explica que não existe, da parte do Executivo, nenhuma decisão contrária ao encaminhamento da recondução do presidente da Ancine, Manoel Rangel, diferentemente do que apontou nesta quinta, 2, a coluna Radar On-line do site da revista Veja.

A vontade da presidenta Dilma Rousseff continua sendo a de dar a Rangel um terceiro mandato. O problema, segundo apurou este noticiário, é apenas o "clima político inadequado" para votações de indicações para cargos em agências. Existe, segundo uma fonte do Congresso, uma disputa entre governo e partes do PMDB em relação ao tema. Manoel Rangel sofreria com os estilhaços dessa briga.

Ainda segundo fontes do Congresso, o problema já havia sido diagnosticado na semana passada, durante a sabatina de Rangel na Comissão de Educação. Durante a sessão, dia 24, o Ministério da Cultura chegou a sondar a comissão sobre a possibilidade de segurar por um dia a sabatina, o que já era impossível naquele momento. A liderança do governo também aconselhava para que não se votasse naquela data. Ainda assim, depois de uma certa demora para contabilizar o número necessário de votos, a sessão terminou com a aprovação de Manoel Rangel por 16 votos a zero. No mesmo dia o processo foi encaminhado à mesa do Senado para votação em Plenário, e lá está até agora. E ali ficará até que o governo sinta o clima mais propício para botar em votação. O mandato atual termina em 20 de maio.

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