Na briga entre WiMax e LTE, neutralidade tecnológica é a regra, diz deputado

O deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB/CE) participou como palestrante do WiMax Global Congress 2009, que aconteceu esta semana em Amsterdã. A grande preocupação de fornecedores e operadores de WiMax é com relação ao licenciamento da faixa de 2,5 Ghz no Brasil. Lustosa, que obviamente não participa do processo de regulamentação do uso da faixa, preferiu apenas pontuar as linhas gerais dos esforços que precisasm ser feitos no sentido de dar ao Brasil todas as opções de acesso e serviços. "A Comissão de Comunicação da Câmara concordou que o princípio básico é o da neutralidade tecnológica, que está na lei". Lustosa lembrou ainda que os discursos, dependendo do lado de onde vem a argumentação, vão em sentidos opostos. "Estive em Barcelona no evento de GSM, e lá ouvi que o WiMax tinha passado. Aqui, ouço que o WiMax já é e que o LTE ainda virá. Eu, pessoalmente, espero que todas se tornem o que prometem ser e compitam entre si, e que a melhor vença". Ele pontuou ainda a necessidade de atender às imensas desigualdades regionais do Brasil, e enfatizou que parte da dificuldade de se tomar alguma decisão sobre o espectro de 2,5 Ghz se deve à falta de um planejamento sobre o que o país pretende fazer em relação à banda larga. "Se soubéssemos qual o projeto de longo prazo, seria mais fácil decidir e mais fácil para que a sociedade possa nos cobrar pelas decisões equivocadas ou acertadas". Uma entrevista feita com o deputado Paulo Henrique Lustosa após a palestra em Amsterdã está disponível na sessão podcast do site TELETIME.

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