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Argentina aposta na produção de geoestacionários de pequeno porte

Os três primeiros satélites geoestacionários do governo argentino (Arsat 1, 2 e 3) serão de pequeno porte. Isto é, pesarão menos de 3 toneladas e terão capacidade inferior a 30 transponders. A estratégia visa acelerar a produção para ocupar logo as posições orbitais e também reduzir os riscos do projeto. O problema é que não existem hoje lançadores especializados em satélites geoestacionários de pequeno porte. Além disso, o mercado para esse tipo de satélite no mundo não é grande, representando algo entre quatro a seis lançamentos por ano apenas.
A responsável pela construção dos satélites da Arsat é a Invap, uma empresa estatal argentina da província de Rio Negro. A empresa é forte na fabricação de satélites científicos. Segundo Túlio Calderón, gerente de projetos aeroespaciais e de governo da Invap, para tornar-se competitiva no mercado mundial de satélites geoestacionários de pequeno porte a Invap teria que reduzir os custos de fabricação para algo próximo a US$ 100 milhões por satélite. Hoje, ele avalia que a fabricação de cada Arsat ficará um pouco acima disso. Somando-se os custos de lançamento e de seguro, os três satélites demandarão investimentos de aproximadamente US$ 600 milhões. Ainda não foi definido quem fará o lançamento.
O Arsat 1 terá 24 transponders em banda Ku e cobertura apenas sobre a Argentina. Seu lançamento deve acontecer em 2012. O Arsat 2 e o Arsat 3 cobrirão as Américas do Norte e do Sul e terão transponders nas bandas C e Ku. A previsão é de que o Arsat 2 seja lançado em 2013 e o Arsat 3 em 2013.

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Calderón participou nesta quinta-feira, 1, do 9º Congresso Latino-Americano de Satélites, evento organizado pela Converge Comunicações no Rio de Janeiro.

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