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F5G: Huawei, Softex e Teleco lançam estudo sobre mercado de fibra

A Huawei, em parceria com a Softex e com consultoria Teleco, apresentaram nesta quarta, 1, durante o Mobile World Congress 2023, que acontece esta semana em Barcelona, o whitepaper F5G – O Brasil Conectado. 

O F5G (fixed 5G) foi proposto pela primeira vez no MWC Shanghai em 2019. Anos depois, tornou-se um consenso da indústria, assim como o 5G. Trata-se de uma abordagem tecnológica para entregar em ambientes indoor, por meio de uma combinação de uso de redes de fibra e acesso wireless, uma experiência para o usuário similar ao 5G.

O artigo apresenta informações e dados sobre a evolução das redes fixas, em especial, de fibra óptica no Brasil e no mundo e oferece recomendações e sugestões de políticas públicas que diminuam o abismo digital existente no país, reforçando a importância das novas tecnologias para a criação de cidades inteligentes e sustentáveis, além de novas formas de e-cidadania, na qual  habilidades com dispositivos móveis e com os serviços em ultra-velocidade são essenciais.

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A íntegra do documento está disponível aqui:

O mercado brasileiro de banda larga fixa encontra-se no estágio inicial da era F5G e teve um crescimento notável ao longo dos últimos anos. Com um crescimento médio de 7% desde 2014, a assinatura de banda larga fixa totalizou 42,1 milhões no primeiro trimestre de 2022. Nos últimos dez anos, a fibra óptica tornou-se a tecnologia mais utilizada no mercado de banda larga fixa. Segundo dados da Conexis, entre os mais de 40 milhões de assinantes de banda larga fixa até 2022, até 65% terão acesso à tecnologia de fibra óptica. Nos últimos 10 anos, o acesso à fibra óptica cresceu cerca de 28 vezes para os atuais 27,7 milhões de usuários.

“O Brasil está entrando em uma excitante nova era de comunicações, e as redes fixas desempenham um papel essencial nessa evolução ao lado e em cooperação com as redes móveis. Com tecnologias de fibra óptica, as redes fixas de 5a geração oferecem larguras de banda mais altas e maior disponibilidade do que as redes móveis e têm potencial para suportar as aplicações promissoras do futuro, como vídeo de ultra-alta definição, e-saúde, escritório em nuvem, ensino online, entretenimento online, realidade virtual (VR), e realidade aumentada (AR). O F5G foi projetado para trazer benefícios sem precedentes às redes e comunicações fixas brasileiras”, explicou Carlos Lauria, diretor de relações governamentais e assuntos regulatórios da Huawei.

Para Ruben Delgado, presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), “é grande o desafio de entregar velocidades de dados mais rápidas, conectividade mais confiável e maior capacidade de dispositivos conectados em uma única rede de forma a contribuir para o crescimento da economia e de toda a sociedade. Sua superação passa, obrigatoriamente, pela condução de políticas públicas de incentivo ao investimento em infraestrutura e Pesquisa e Desenvolvimento na área de 5G, pelo estabelecimento de parcerias entre o setor público e privado, pela educação e treinamento para que as pessoas possam aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela tecnologia 5G e pela criação de um arcabouço jurídico para garantir que os direitos dos consumidores sejam protegidos e que a competição seja sempre saudável”.

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