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Facebook desiste de fabricar drone para levar conectividade
quarta-feira, 27 de junho de 2018 , 18h29

O Facebook não vai mais utilizar drones em seu projeto de levar conexão a regiões remotas. Batizado de Aquila, o projeto de utilizar avião não tripulado de altitudes elevadas recebeu investimentos da empresa em pesquisas e desenvolvimento desde 2014, passou por testes bem sucedidos, mas a companhia decidiu não ir adiante. Em post no blog de desenvolvedores, a rede social disse ter visto grandes fabricantes da indústria aeroespacial começarem a investir nessa tecnologia de veículo de altitude elevada. "Dados esses desenvolvimentos, decidimos não mais criar ou construir nossa própria aeronave e fechar nossa fábrica em Bridgwater [Reino Unido]", diz o diretor de engenharia do Facebook, Yael Maguire.

A companhia afirma que continuará a trabalhar com parceiros como Airbus na conectividade com uma estação plataforma de grande altitude (HAPS, na sigla em inglês) em geral, e "nas outras tecnologias que são necessárias para fazer esse sistema funcionar, como computadores de controle de voo e baterias de alta densidade". Em questão de conectividade, a HAPS utilizava tecnologia de ondas milimétricas (mMw), conseguindo chegar em testes com uma aeronave Cessna a 40 Gbps simétricos a 7 km de distância.

Há outra barreira, contudo. Segundo Maguire, o Facebook está trabalhando em uma proposta para a Conferência Mundial de Radiofrequência da União Internacional de Telecomunicações em 2019 para "receber mais espectro para o HAPS". Terá que concorrer com outras demandas de espectro, uma vez que a conferência marcará destinações e padronizações de frequências ultra-altas para 5G, além de bandas para serviços de satélite. A empresa também diz que participará ativamente em vários conselhos de aviação e comitês de regulação nos Estados Unidos e internacionalmente.

O Facebook diz ter conectado perto de 100 milhões de pessoas por meio de outros esforços, como a plataforma Internet.org. Afirma ainda que continuará a investir em tecnologias como o Terragraph, a trabalhar com parceiros em infraestrutura e a apoiar empreendedores em programas.

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