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Qualcomm defende WCDMA nas atuais freqüências
quinta-feira, 26 de abril de 2007 , 19h23 | POR HELTON POSSETI

Em visita a América Latina, Jeff Jacobs, vice-presidente executivo e presidente de desenvolvimento da Qualcomm, passou pelo Brasil e defendeu que as operadoras da região devem partir para o WCDMA na faixa de 850 MHz e 900 MHz. No País as operadoras sinalizam que vão esperar pela licitação das faixas de 1,9 GHz e 2,1 GHz, com exceção da Telemig Celular que está montando uma rede WCDMA na faixa de 850 MHz. Na América Latina, segundo ele, a América Móvil e a Telefónica, através da Movistar, já testam o WCDMA nessas freqüências.
Sobre a criação da rede GSM pela Vivo, o executivo afirma que o negócio da rede CDMA vai se sustentar na placa de dados EVDO para os notebooks, apesar da falta de demanda pelos aparelhos CDMA. Para ele, este negócio deve, no futuro, competir com as redes HSPA, mas até lá a Vivo tem muito a explorá-lo.
Sobre o WiMax, Jacobs reconhece que ?de uma forma ou de outra? o negócio da Qualcomm será afetado, mas a terceira geração seria mais adequada para o serviço de banda larga móvel. Isso porque o WiMax ?em termos de espectro? é menos eficaz que a terceira geração. E, além disso, as operadoras já têm as licenças nas faixas de 850 MHz e 900 MHz e não precisam, portanto, comprar novas faixas. O executivo citou também a questão da escala: o WiMax é uma tecnologia que está apenas no começo, sendo que a versão móvel ainda nem foi homologada pelo WiMax Fórum. Enquanto a 3G tem 100 milhões de usuários no mundo.

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