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FOA 2018 - Segurança pública
Exército já fala em parceria com setor privado para 4G
segunda-feira, 26 de março de 2018 , 22h17

Segundo o general Santos Guerra, assessor para o Sistema de Defesa, Indústria e Academia, no Comando Militar do Sudeste, Exército Brasileiro,  o uso de uma infraestrutura de 4G ainda é considerado essencial pelas forças de segurança e defesa brasileiras, e isso tende a aumentar com uma demanda cada vez maior pela atuação das Forças Armadas em operações civis, como acontece agora no Rio de Janeiro. Mas dadas as crescentes limitações orçamentárias e dificuldades de investimento, ele acredita que hoje o melhor modelo de implantação desta rede seja por meio de parcerias com o setor privado com as empresas de telecomunicações, ainda que uma parceria com a Telebras não esteja descartada. Em 2014, durante o leilão da faixa de 700 MHz, uma faixa de 5 MHz + 5 MHz foi reservada ao uso do Poder Público, mas até agora nada foi implantado, e Santos Guerra acha que existe o risco de que a Anatel, em algum momento, decida retomar a faixa. "A gente até gostaria de ter mais espectro, mas o fato é que não temos hoje nenhuma condição de investir na rede. Falta um modelo de negócio e disposição dos órgãos para investir. Um modelo de parceria parece hoje mais provável. Mas ter a Telebras como operadora é uma ideia que não morreu".

Para ele, o uso das redes e da infraestrutura das empresas que hoje operam 4G poderia ser viabilizado e as questões de que antes preocupavam alguns setores, como ter o controle completo das ERBs e do sistema, parecem ser problemas menores diante da falta de recursos para fazer qualquer coisa. A contratação da capacidade 4G seria então no modelo de prestação de serviço, e a empresa contratada poderia inclusive se beneficiar do uso da faixa de 700 MHz quando ela estiver ociosa. As declarações foram dadas durante o Fórum de Operadoras Alternativas, realizado pela TELETIME e pela Mobile Time nesta segunda, 26.

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