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D-Link mira agora no mercado corporativo
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008 , 17h23 | POR HELTON POSSETI

Tradicional fabricante de equipamentos de redes para pequenas e médias empresas e usuários finais, a D-Link agora criou uma nova unidade de negócios para atender a grandes clientes, denominada Business Solution. O portfolio de produtos está dividido em cinco grandes categorias: conectividade e segurança, mobilidade, vigilância IP, telefonia IP e gerenciamento de internet e usuários. De acordo com o presidente da companhia para o Brasil, Alexandre Wu, até o final do ano a meta é que a área tenha 20% de participação no faturamento da empresa. Até o final de 2010 a expectativa é que esse percentual chegue a 35%. A D-Link fechou o ano passado com um faturamento de US$ 97 milhões e a previsão para 2008 é de US$ 115 milhões.
Perguntado como a empresa, entrando para o mercado corporativo bem depois dos grandes fornecedores, conseguiria já no primeiro ano essa expressiva participação do segmento na receita total, Wu respondeu que verificou junto aos canais de venda que existem alguns segmentos que não são atendidos satisfatoriamente, sem revelar quais. Já foram cadastrados 45 canais de venda para trabalhar especificamente com os produtos para grandes empresas. A estes vão se somar os 4 mil que a empresa já contava nas áreas de varejo e consumidor final.
Internamente, a D-Link destacou 12 funcionários da área de serviços para atender os novos clientes. ?No Brasil temos 122 profissionais na área de serviços, o que é 60% do nosso time que tem 200 pessoas. Desses 10% foram deslocados para atender ao mercado corporativo?, informa Wagner Moita, diretor de serviços da D-Link. Moita explica que o modelo de negócio será o mesmo já usado para os outros segmentos. Ou seja, pode ser por integração ou representação. Integração é quando o cliente fecha o contrato com o canal que normalmente atua também como integrador. No modelo de representação, o cliente fecha o contrato com a D-Link.
Alexandre Wu explica que a enfoque no mercado corporativo não acontece só no Brasil, mas sim globalmente. ?Antes essas vendas eram passivas. Ou seja, os clientes conheciam a solução e nos procuravam. Agora estamos lançando novos produtos a adaptando a estrutura para vendê-los?.

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