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Análise
Base móvel brasileira volta a cair em abril
sexta-feira, 25 de maio de 2018 , 17h20

Após um crescimento atípico em março, o mercado brasileiro de serviço móvel pessoal (SMP) voltou a cair em abril, apesar de ser um ritmo de queda relativamente menor em comparação com os últimos meses. Segundo dados divulgados pela Anatel nesta sexta, 25, foram pouco mais de 80 mil desconexões no mês (recuo de 0,03%), totalizando 235,705 milhões de acessos. Em 12 meses, a base decresceu 2,74%.

A tecnologia LTE manteve o ritmo, adicionando 2,087 milhões de contratos no mês. A base de 112,431 milhões de acessos já apresenta um avanço de 51,81% em comparação com abril de 2017. Proporcionalmente, a operadora que mais cresceu no período foi a Oi – 2,13%, total de 18,415 milhões de acessos. Em adições líquidas, a Vivo mais uma vez aumentou mais, com 630,8 mil novas conexões (1,71%), totalizando 37,600 milhões de linhas.

Nesse mesmo parâmetro, a TIM contou com 552,4 mil adições (1,87% de avanço) e total de 30,098 milhões de acessos. Já a Claro adicionou 510,3 mil novas linhas, totalizando 25,167 milhões de conexões em abril. Por sua vez, a Nextel cresceu 0,87% (9,8 mil adições) e encerrou o mês com 1,149 milhão de linhas. Confira o market share de cada operadora no gráfico abaixo.

Mais uma vez, a tecnologia 3G mostrou a maior queda no mês. Foram 1,804 milhão de desconexões (redução de 2,35%), reduzindo a base para 74,835 milhões de acessos. Comparado a abril de 2017, a queda é de 31,06%, ou 33,718 milhões de contratos a menos.

Além do WCDMA, a tecnologia que mais cai é a GSM. Foram 646,1 mil desconexões somente entre março e abril (queda de 2,15%), totalizando 29,353 milhões de acessos. No ano, a 2G já acumula uma redução de 30,51%. Veja a evolução das tecnologias para usuários finais nos últimos dois anos no gráfico abaixo.

As comunicações máquina-a-máquina (M2M) cresceram 2,03% e 2,18% nas categorias Especial e Padrão, respectivamente. Assim, as bases são de 7,435 milhões e 8,950 milhões de acessos, totalizando 16,386 milhões de linhas M2M.

A base pré-paga voltou a cair mais do que a pós-paga. A primeira reduziu em 987,1 mil linhas (0,68% de queda) no mês, total de 144,162 milhões de acessos. No ano, a redução é de 10,71%. Já as linhas com contratos pós-pagos totalizaram 91,543 milhões, um avanço de 906,9 mil adições líquidas (1% acima) no mês e 10,654 milhões no ano (13,17%). Assim, o mix da base móvel brasileira é de 61,16% para o pré, e 38,84% para o pós. Compare no gráfico abaixo a evolução nos últimos três anos.

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