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Crise da Sercomtel
Sercomtel troca de presidente
terça-feira, 24 de outubro de 2017 , 13h15

Desde meados de outubro, a Sercomtel tem novo presidente: Hans Muller. Ele é também presidente da Sercomtel Iluminação, braço da companhia com funções de manutenção e operação da iluminação pública de Londrina (PR); e funcionário de carreira na companhia, que tem a prefeitura da cidade paranaense como sócia majoritária. Muller assumiu de forma interina o cargo e fica no lugar de Luiz Carlos Adati, que havia sido nomeado em janeiro deste ano.

Adati precisou deixar o cargo em 8 de outubro para atender a recomendação do Ministério Público do Paraná. A 4ª Promotoria de Justiça de Londrina recomendou a substituição de ocupante de diversos cargos de direção que foram empossados após a entrada em vigor da Lei das Estatais (Lei 13.303/2016). Entre os critérios da lei, estão experiência profissional e formação acadêmica compatíveis com os cargos. Os nomes indicados deverão atender requisitos como: experiência de dez anos no setor público ou privado na área de atuação da empresa ou conexa; experiência profissional de, no mínimo, quatro anos em cargos específicos determinados pela Lei; e ingresso na companhia por meio de concurso público.

A mudança acontece em momento difícil para a Sercomtel. A companhia apresentou à Anatel em julho plano de ações para recuperação financeira, que prevê ações pelo prazo de cinco anos e tem projeções otimistas no fluxo de caixa até o ano de 2021. Também antecipa ações, que vão desde a criação de mais produtos; parcerias com os próprios acionistas; prospecção de novos negócios ancorados na tecnologia da informação até cortes mais profundos nas despesas, além dos que já vêm sendo implementados desde o início do ano.

Mesmo assim, em setembro, a Anatel instaurou processo contra a operadora para apurar se ela teria capacidade econômico-financeira de cumprir sua obrigação como concessionária de telefonia fixa, além da prestação de serviços móvel e de banda larga, com possibilidade de a agência extinguir as outorgas da tele. Mais recentemente, já em outubro, a autarquia rejeitou a proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da companhia, o que acabou precedendo (e com argumentos semelhantes) a rejeição do TAC da Oi.

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