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BANDA LARGA
Governo lança Educação Conectada e promete levar banda larga rápida a 22 mil escolas
quinta-feira, 23 de novembro de 2017 , 20h34

O governo lançou, nesta quinta-feira, 23, o projeto Educação Conectada, com o objetivo de levar a banda larga de alta capacidade a todas as escolas públicas do país até 2024. O investimento inicial – até dezembro de 2018 – é da ordem de R$ 271 milhões, suficientes para apoiar a conexão para pelo menos 22,4 mil escolas, atendendo a mais de 12 milhões de alunos, segundo as contas do Ministério da Educação.

Para levar a banda larga às escolas, o Ministério da Educação usará a capacidade do satélite geoestacionário brasileiro (SGDC) para conectar os locais remotos e de difícil implantação de fibra óptica. A internet terrestre será fornecida pela RPN e pelos programas Amazônia Conectada e Nordeste Conectado. As velocidades vão de 10 Mbps a 100 Mbps, com qualidade monitorada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Além da rede, o MEC promoverá a formação de professores e gestores para uso das tecnologias digitais e implantará a Plataforma Integrada de Recursos Educacionais Digitais, que integrará os diversos materiais digitais já desenvolvidos pelo ministério e produzidos por outros parceiros. A plataforma foi construída, segundo o ministério, com base no conceito de rede social entre os diversos atores da comunidade educativa, e estimulará a criação e compartilhamento de recursos digitais entre alunos e professores.

Estados e municípios poderão aderir ao programa Escola Conectada, desde que façam planejamentos nesse sentido. Outros órgãos e empresas poderão agregar recursos ao programa, como o BNDES, operadoras de telecomunicações e empresas over-the-top (OTTs).

Satélite

Na solenidade de lançamento do programa Educação Conectada, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, anunciou a realização de convênios com 500 municípios para levar banda larga por meio do satélite geoestacionário da Telebras. As assinaturas dos convênios, que não implicarão  custos para as prefeituras, devem acontecer em janeiro de 2018.

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