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PPL visa revitalizar Telebras; PSTU quer reestatizar; DC e Patriotas prometem reforma tributária
terça-feira, 21 de agosto de 2018 , 17h45

O PSTU quer desfazer as privatizações promovidas anteriormente. Pelo menos é um dos pontos destacados no programa de governo da candidata à presidência Vera Lúcia é a reestatização das empresas privatizadas em governo anteriores. "O Brasil está sendo entregue de bandeja ao grande capital estrangeiro, a preço de banana. Precisamos suspender todas as privatizações, tomar de volta tudo o que foi entregue, e coloca-las sob o controle dos trabalhadores. Isso inclui a Petrobrás, a Vale, a Embraer e todas as outras estatais."

Na área econômica, o partido também destaca que o Estado deverá tomar conta do sistema financeiro. "As grandes empresas multinacionais dominam a nossa economia. Aproveitam-se de subsídios e isenções, exploram nossa mão-de-obra barata e remetem às matrizes, nos países ricos, o resultado do nosso trabalho. Financiamos com o nosso suor os lucros dos grandes capitalistas. É necessário proibir as remessas de lucros e estatizar as grandes multinacionais sob o controle dos trabalhadores, incluindo os bancos como o Santander. Para isso o sistema financeiro deve estar também sob controle dos trabalhadores."

DC

O programa do candidato à presidência José Maria Eymael também não apresenta propostas detalhadas para os setores de Tecnologia da Informação, Comunicações e Telecomunicações, porém sugere a promoção da reforma tributária, "visando à simplificação do Sistema, a redução da carga tributária e o respeito à capacidade contributiva".

Patriotas

No programa de governo do Patriotas novamente não há menção sobre os setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Comunicações. As medidas propostas que podem impactar o setor são na área econômica. O governo do candidato Cabo Daciolo pretende reduzir a taxa de juros "a fim de possibilitar ao país atrair investimentos estrangeiros e competir com mais vigor no mercado internacional. Além disso, iremos fortalecer a produção brasileira, facilitar o trâmite para patentes de produtos nacionais e promover o desenvolvimento do pequeno, médio e grande empreendedor do país, eliminando as disfunções burocráticas que atrasam o desenvolvimento e desmotivam aqueles que desejam empreender".

Outra questão abordada pelo partido é a reforma tributária. "É imprescindível para o desenvolvimento a redução da carga tributária, além disso, é preciso concomitantemente reduzir a despesa pública e promover uma melhor alocação dos recursos do erário. Não adianta reduzir impostos, se o setor público não diminuir os gastos e não eliminar privilégios. Iremos efetuar um equilíbrio de forças a fim de promover investimentos no setor público, cruciais e ao mesmo tempo eliminar gastos excessivos e desnecessários".

PPL

Destoando desses programas, a proposta do candidato João Goulart Filho conta com um capítulo dedicado aos setores de Tecnologia da Informação, Comunicações e Telecomunicações. Se eleito, o candidato pretende "reconstruir o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, esvaziado após a desastrosa fusão com o Ministério das Comunicações. Elevar o investimento em pesquisa de 1% para 3% do PIB nos próximos quatro anos, equiparando-o ao de países como a China, Japão, Coreia do Sul, Suécia, França, EUA e Alemanha. Baseado no Plano de Ciência e Inovação Tecnológica da Academia Brasileira de Ciências, desenvolver a engenharia nacional e os setores de tecnologia de ponta vitais para a nossa independência: microeletrônica, informática, telecomunicações, materiais estratégicos, engenharia genética, biomédica, nuclear, aeroespacial e a indústria da defesa. Reativar a Telebras para universalizar a banda larga."

O programa também sugere "promover uma Reforma Tributária Direta e Progressiva que elimine impostos indiretos, taxando a renda e a propriedade dos grandes e não o salário dos pequenos e estabelecer um imposto progressivo sobre as remessa de lucros das multinacionais para suas matrizes no exterior."

 

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