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Concorrência
Para AT&T, fusão não gera impactos anti-concorrenciais
segunda-feira, 21 de agosto de 2017 , 20h29

Após a manifestação da superintendência geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pela impugnação da fusão entre Time Warner e AT&T, a tele norte-americana, que no Brasil controla a Sky,  se manifestou oficialmente, reiterando que não vê efeitos anti-concorrenciais na operação e apostando em uma análise com conclusão diferente pelo colegiado do tribunal. A AT&T diz ainda que de todos os países que analisaram o caso, apenas Brasil e Chile ainda não se manifestaram, e em todos os demais a decisão foi favorável à fusão. Falta também a conclusão da análise pelas autoridades norte-americanas. Veja a seguir a íntegra da manifestação da empresa:

"A fusão entre AT&T e Time Warner deu mais um passo no percurso para sua conclusão no mercado brasileiro. A Superintendência do Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (CADE) encaminhou o processo para revisão do Tribunal do órgão. Isso significa que a operação será analisada pela instância do CADE responsável pela decisão final sobre o caso.

A AT&T acredita que a operação não gera impactos anti-concorrenciais no mercado. Para a companhia, a união com a Time Warner trará benefícios aos consumidores, ampliando a disponibilidade de conteúdo e o acesso das pessoas a informação e entretenimento. A operação também contribui para a competitividade do mercado, melhorando a oferta de serviços de alta qualidade para os clientes e estimulando o desenvolvimento do setor audiovisual no Brasil.

A operação prevê a necessidade de análise ou autorização de autoridades antitruste em 19 países para ser concluída. Até agora, a fusão teve aval dos órgãos competentes em 16 desses mercados, faltando apenas a finalização da análise no Chile, Brasil e Estados Unidos. AT&T e Time Warner estão à disposição do CADE para esclarecer quaisquer dúvidas e prover as informações necessárias para que o órgão chegue a uma resolução final sobre o assunto o quanto antes".

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