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Ministério da Cultura publica resolução para o "FSA 2.0"
sexta-feira, 15 de setembro de 2017 , 18h50

Em 2018, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) deverá estar mais ágil, desburocratizado e com divisão mais equânime entre os elos da cadeia desse mercado. Para isso, o Comitê Gestor do fundo, ligado à Ancine, já começou a ouvir representantes do setor para chegar a um modelo ideal para atualizar e adequar as linhas de investimentos às novas estratégias.

Para respaldar esse trabalho, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, editou nesta sexta, 15, uma resolução do Conselho Superior do Cinema sugerindo ao Comitê Gestor do FSA e à Ancine que empreendam uma reformulação geral do fundo, visando dar mais eficiência, mais eficácia e mais agilidade na aplicação dos recursos disponíveis. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União.

Segundo a secretária-executiva do MinC, Mariana Ribas, a ideia é reduzir prazos de contratação, desburocratizar o acesso e reduzir os prazo dos contratos. "O fundo já é muito bom para o setor, mas o FSA 2.0 será ainda melhor", avalia.

Os números do FSA foram apresentados na última reunião do Conselho Superior de Cinema, em 30 de agosto, quando foi observado pelo colegiado que há espaço para melhorar. Mariana afirma que o fundo se firmou como um dos mais importantes instrumentos responsáveis pelo fortalecimento do setor audiovisual nacional, mas isso não quer dizer que não possa ser adequado à nova realidade do mercado brasileiro.

Em 2016, o FSA desembolsou R$ 755,3 milhões em diversos projetos de todas as linhas de financiamento, ante R$ 478,5 milhões do ano anterior. No biênio 2008/2009, esse valor não passou de R$ 37 milhões. No ano passado, só as empresas de telecomunicações recolheram R$ 1,09 bilhão à Condecine, principal fonte de recursos do FSA.

Segundo relatório da Ancine, muito em função do FSA, durante o ano de 2016 foram lançadas 143 obras nacionais no circuito comercial brasileiro. Em 2015, foram lançadas 132 obras brasileiras, em 2014 foram lançadas 114 obras brasileiras, em 2013 foram lançadas 129 obras brasileiras.

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