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Banda larga
Média de velocidade da banda larga global é 41% acima da registrada no Brasil
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015 , 17h30

A média de velocidade da banda larga fixa no mundo durante o terceiro trimestre aumentou 0,2% em relação a junho e 14% no comparativo anual, fechando setembro com 5,1 Mbps, de acordo com relatório State of the Internet da Akamai, divulgado nesta quarta, 16. A média está 41,6% acima da registrada pela empresa no Brasil, que fechou o período com 3,6 Mbps, apesar de avanço de 1% e 20% no comparativo trimestral e anual, respectivamente.

Mesmo caindo 11% e 19%, a Coreia do Sul permaneceu em primeiro lugar no ranking mundial e ficou com 20,5 Mbps. Em seguida aparecem Suécia (17,4 Mbps), Noruega (16,4 Mbps), Suíça (16,2 Mbps), Hong Kong (15,8 Mbps), Holanda (15,6 Mbps), Japão (15 Mbps), Finlândia (14,8 Mbps), Letônia (14,5 Mbps) e República Tcheca (14,5 Mbps).

Considerando a média global de pico de velocidade, houve queda trimestral de 0,9%, apesar de avanço anual de 30%, fechando o trimestre em 32,2 Mbps. O maior pico médio foi de Cingapura, com 135,4 Mbps, seguida de Hong Kong (101,1 Mbps), Coreia do Sul (86,6 Mbps), Japão (78,4 Mbps) e Taiwan (77,9 Mbps).

O mundo registrou aumento (2,7% no trimestre e 9,8% no ano) na penetração das conexões acima de 4 Mbps, chegando a 65% no trimestre. Os países com maior índice de acessos acima dessa velocidade são Bulgária e Coreia do Sul, ambos com 96%. No recorte de conexões acima de 10 Mbps, a penetração no mundo ficou em 27% (crescimento de 2,4% e 19%), com a Coreia do Sul à frente (68% do total).

A Akamai registrou no período uma penetração global de 15% nos acessos acima de 15 Mbps, aumento trimestral de 5,3% e anual de 21%. Novamente, a Coreia do Sul mostrou o maior índice, com 45%. Esse padrão se repetiu nas conexões acima de 25 Mbps: o país asiático mostrou índice de 24%, enquanto a penetração mundial ficou em 5,2% (aumento de 6,3% e 15%).

Vale ressaltar que a pesquisa considera somente as conexões IPv4 que passam pela rede de distribuição de conteúdos (CDNs) da Akamai, e a empresa reconhece que vários provedores no mundo têm lançado conexões mais velozes já com o protocolo IPv6. Assim, a companhia diz que a média de velocidade de determinados países pode ficar "abaixo do esperado".

A Akamai registrou 808,5 milhões de endereços únicos IPv4 no período, um aumento de 2,3% no comparativo anual e de 0,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Dentre os países com maior quantidade de tráfego IPv6, a Bélgica ficou em primeiro, com 35%, seguida de Suíça (20%), Estados Unidos (18%), Peru (17%) e Alemanha (17%). O Brasil não aparece na lista.

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