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Rio 2016
Olimpíadas do Rio serão as primeiras com 100% do conteúdo móvel
quarta-feira, 25 de novembro de 2015 , 18h50

O acesso de conteúdo através de dispositivos móveis aumenta a cada Olimpíada. Em Pequim, em 2008, estima-se que 1% da informação relativa aos jogos trafegou através de celulares. Quatro anos mais tarde, em Londres, essa participação subiu para algo entre 30% e 40%. No jogos do Rio em 2016, a expectativa é de que 100% do conteúdo relativo às Olimpíadas estará acessível por meio de smartphones e tablets, projeta Patrick Adiba, CEO de grandes eventos da Atos, empresa responsável pelo gerenciamento do Centro de Operações Tecnológicas (TOC, na sigla em inglês) dos jogos Rio 2016, que foi inaugurado no Rio de Janeiro nesta quarta-feira, 25. É esperado que 4,8 bilhões de pessoas acompanhem as Olimpíadas ao redor do mundo.

TOC

O TOC vai concentrar todos os sistemas de tecnologia da informação relacionados ao gerenciamento dos jogos, incluindo aqueles responsáveis pela coleta dos resultados das competições, a emissão de credenciais e o portal dos voluntários. Os resultados serão enviados em tempo real por fibra óptica dos 37 locais de competição diretamente para o TOC. Os links de dados e a comunicação móvel para a organização dos jogos serão providos pela Embratel e pela Claro, e os equipamentos de comunicação sem fio, pela Samsung.

Pela primeira vez o TOC local contará com o apoio de um Centro Técnico de Operações Tecnológicas (TTOC), em Barcelona, que também funcionará 24 horas, sete dias por semana. Esse modelo passará a ser padrão no gerenciamento de TI dos próximos jogos olímpicos.

Sem API

Haverá um app oficial das Olimpíadas para o público acompanhar os resultados, mas não está prevista a disponibilização de uma API para que terceiros criem aplicativos com acesso direito a esses números.

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Principal encontro independente de debate e reflexão sobre políticas setoriais dos setores de telecomunicações e Internet. Organizado há 17 edições pela TELETIME e pelo Centro de Estudos de Políticas de Comunicações da Universidade de Brasília (CCOM/UnB), o evento congrega reguladores, formuladores de políticas, acadêmicos, empresas e analistas para um debate aberto sobre os temas mais relevantes e que serão referência ao longo do ano. Em 2018, estão em discussão uma agenda possível para o setor, o impacto do cenário eleitoral sobre as telecomunicações, a atuação  do Congresso Nacional sobre as políticas do setor de telecomunicações e Internet e as referências regulatórias internacionais.

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