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Para CEO da Telecom Italia, não faz sentido ter uma concessão de telefonia fixa no modelo atual
terça-feira, 27 de outubro de 2015 , 12h13

O CEO da Telecom Italia, Marco Patuano, reiterou o que a companhia havia divulgado em fato relevante e disse nesta terça, 27, que a oepradora não recebeu ainda nenhum indicativo de oferta da Letter One ou da Oi em relação a uma possível fusão. Mas ele alertou que na hipótese de haver uma proposta, ela terá que ser analisada no contexto da discussão do modelo regulatório brasileiro. Segundo ele, "qualquer oportunidade que tenha a ver com telefonia fixa implica investimentos muito grandes e isso necessita de um marco regulatório atualizado, como o ministro falou claramente. A possibilidade de atualização é o que pode abrir a oportunidade de convergência".

Perguntado se faz sentido para a TIM participar de uma concessão de telefonia fixa nos modelos atuais, Patuano disse que "existem algumas obrigações até 2025 que, se você precisa fazer bilhões em investimentos, pode ser complicado". Segundo ele, "o marco regulatório vai ser determinante, e ouvi com muito prazer o ministro (André Figueiredo) dizer que isso é uma prioridade".  Para Patuano, a segurança viria com uma mudança legal, que passe pelo Congresso Nacional e  ele espera que a mudança venha em 2016. "Para que o Brasil tenha uma inclusão digital essa mudança é importante. Ele elogiou a gestão atual da Oi mas ressaltou que todas as companhias estão sendo desafiadas pelas necessidades de investimento, destacando o fato de a TIM ser hoje uma empresa com dívida baixa para poder investir.

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