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Infraestrutura
RAD fecha contrato com Telefônica e Embratel
segunda-feira, 12 de setembro de 2011 , 20h25 | POR DANIEL MACHADO

As operadoras estão cada vez mais investindo e preparando suas redes para os serviços de quarta geração da telefonia móvel. Prova disso são os recentes acordos firmados entre a RAD e duas grandes incumbents, a Telefônica e a Embratel. Os acordos prevêem o fornecimento de soluções de transmissão de dados móveis de alta capacidade para redes legadas (TDM) e de próxima geração. A notícia foi passada em primeira-mão à esta reportagem por fonte da própria empresa. Apesar de não confirmar, o diretor da RAD Brasil, Valter Teixeira, deixou a informação nas entrelinhas. “Só posso dizer que são as duas maiores operadoras em revenue share do estado de São Paulo e que o acordo é de dezenas de milhões de reais”.
Segundo ele, por trabalhar tanto com rede NGN quanto com infraestrutura legada e integrá-las de maneira transparente, a solução fornecida pela RAD tem forte apelo no Brasil, que ainda dispõe de grande planta TDM. “A evolução das redes não acontece no girar de um botão, muito pelo contrário, leva tempo. É preciso um plano de migração dentro de uma mesma plataforma e nossa solução oferece a melhor proposta de integração entre o novo e o velho mundo”, diz o executivo da RAD.
Bons resultados
O ano de 2011 está sendo o melhor da história da RAD no Brasil, o terceiro maior mercado da companhia (atrás somente dos Estados Unidos e França). Já na primeira metade do ano, a empresa alcançou no País seu recorde de vendas, de R$ 50 milhões. E pretende duplicar esse valor até o final deste ano. Recentemente, a companhia transferiu sua planta industrial de Bragança Paulista (SP) para o município de Nova Lima (MG) e vem colhendo bons resultados. “Mais do que quadruplicamos nossa capacidade de produção”, diz Teixeira, que vê na evolução das redes e no Programa Nacional de Banda Larga dois importantes drivers para o crescimento constante da empresa no mercado brasileiro.
A empresa anunciou também que investe, em média, 25% de seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento, um valor considerado bem acima da média nacional.

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