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PNBL
Telebrás amplia em 40% base de operadoras cadastradas com a ABTA 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011 , 18h05 | POR DANIEL MACHADO

Com a reativação da Telebrás como provedor de links no atacado e o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), as pequenas operadoras de TV a cabo começaram a acordar para a oferta não só de vídeo, mas de serviços triple play. Isso ficou bem claro no estande da Telebrás que, durante os três dias de ABTA, recebeu diversos representantes de provedores de serviço de comunicação multimídia (SCM). O gerente comercial do PNBL, Luiz Vergueiro, diz ter cadastrado mais de 200 operadoras durante a ABTA 2011, entre representantes diretos de operadoras e associações, como NeoTV, ABTA e Abetelmim. "Assinamos até um protocolo de intenções com a NeoTV, que representa sozinha cerca de 180 operadoras", diz. "Isso representa um aumento de 42% da base de operadoras cadastradas na Telebrás, que antes da ABTA somavam 700 empresas", comemora. Há no Brasil cerca de 2,8 mil provedores com licenças SCM e, segundo Vergueiro, quanto maior for o número de empresas cadastradas mais fácil fica o trabalho da Telebrás no estudo de viabilidade técnica e definição da oferta dos links da estatal no varejo.
Dúvidas
As principais dúvidas das operadoras de TV a cabo, segundo Vergueiro, giraram em torno do PNBL, da oferta de serviços, condições de viabilidade e pagamento dos links da estatal no varejo, entre outros questionamentos. "Essas empresas nos abordaram com dúvidas básicas, como quando e de que forma receberiam a banda necessária para o provimento de serviços aos seus clientes, que tipo de tecnologia seria utilizada nesse backbone etc", diz. "Isso é a prova de que elas não se contentam em fornecer somente vídeo, querem oferecer também serviços triple play, com disponibilidade, qualidade e competitividade e essa é uma das principais missões da Telebrás, ajudá-las nessa oferta para viabilizar serviços de comunicação ao maior número possível de brasileiros", conclui.
Provedores querem vídeos
Durante os painéis e sessões da ABTA, em diversas ocasiões provedores de serviços de SCM manifestavam dúvidas sobre como poderiam entrar no mercado de vídeo. Em conversas informais, muitos justificavam o interesse com o fato de já estarem investindo em redes de fibras e precisarem de serviços adicionais para rentabilizar os investimentos.

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