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Tributos
Banda larga popular pelas móveis passa pela isenção do Fistel, diz João Cox
terça-feira, 27 de outubro de 2009 , 19h18 | POR HELTON POSSETI

O presidente da Claro, João Cox, disse nesta terça-feira, 27, que a questão tributária também deve ser considerada quando se fala em incentivar o uso da banda larga pelas camadas mais baixas da população. Para que as móveis tenham "condições equânimes" de participarem do programa de banda larga popular regulamentado em São Paulo é preciso que haja isenção do Fistel. "As fixas não pagam Fistel. Essa questão é imperativa para que as operadoras móveis tenham as mesmas condições que as fixas", disse ele. Na verdade, as operadoras fixas pagam Fistel por cada central telefônica; nas móveis o imposto incide também em cada telefone habilitado.
São Paulo, Pará, Distrito Federal e Rio Grande do Sul assinaram um convênio com o Confaz que isenta a cobrança do ICMS para o serviço de banda larga prestado até R$ 30. Em São Paulo e no Pará a isenção já foi regulamentada. A Telefônica é a única empresa que até o momento criou um serviço nos moldes do programa. João Cox lembrou também que o modem para acesso móvel é mais caro que o da banda larga fixa.
Rumores
João Cox brincou com a especulação de que ele estaria sendo cotado para assumir a presidência da companhia aérea TAM. "Devo estar com a cabeça nas nuvens mesmo. Primeiro falam que eu vou para a Gol e agora falam que eu vou para a TAM".

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