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Estratégia
TIM traça cenário otimista ao mercado financeiro
quinta-feira, 24 de junho de 2004 , 21h07 | POR REDAÇÃO

Espaço para crescimento da telefonia móvel e os bons resultados da TIM no Brasil e na América do Sul em relação ao mercado foram alguns dos destaques apresentados pelos principais executivos da operadora no encontro que se iniciou no Rio nesta quinta, 24, e prossegue até a sexta, 25, para analistas de mercado. O CEO da TIM, Marco De Benedetti, comparou a margem Ebitda do Grupo TIM (48,5%) e do setor (39,1%) e a geração de caixa, de 42% para o grupo e 30% para o setor, no primeiro trimestre de 2004 em relação a igual período do ano anterior. O retorno aos acionistas também foi maior no grupo (5,7%) ante 3,1% para o setor, segundo os dados da empresa. Benedetti apresentou como diferencial para o grupo italiano um modelo de negócios aberto e flexível, flexibilidade financeira e estrutura sólida, antecipação de tendências do setor e presença da marca em áreas geográficas com taxa de crescimento elevado.
Benedetti destacou a baixa taxa de penetração da telefonia móvel no Brasil, que mesmo assim teve um salto de 5% em 1998 para 24% em 2003. Mas observou que o mercado potencial entre 2003 e 2006 é de 94,4% a 96,7%. Estimou o break-even do Ebitda em três anos para a TIM Peru, menos que este tempo para a Digitel TIM (Venezuela) e abaixo de dois anos para a TIM Maxitel – para o PCS, cerca de 2,5 anos desde o lançamento.
Sobre a receita, o executivo informou que a América do Sul contribuiu com 13,1% do total do grupo em 2003 e, no primeiro trimestre deste ano, com 15,1%, sendo que em 2006 a projeção é de aproximadamente 20%. No Brasil, o market share no primeiro trimestre em relação a período idêntico do ano passado foi de 18,6% (hoje são 10,3 milhões de linhas da base da operadora) e a taxa de crescimento anual composto, de 2003 a 2006, é estimada em 24%. A receita do Brasil no primeiro trimestre cresceu 61,2%.
Já o gerente geral da TIM, Mauro Sentinelli, informou que a taxa de penetração por país, na região, foi: Brasil (27,4%), Argentina (21%), Venezuela (28%), Peru (11%) e Bolívia (15%). Mostrou, assim, o largo potencial de crescimento em relação à Europa. Na Itália, a penetração é de 99%.

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