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Bolsa tem tendência de alta no curto prazo
quarta-feira, 16 de junho de 2004 , 20h54 | POR REDAÇÃO

Na análise dos grafistas, o Ibovespa entrou em um canal de alta de curto prazo desde o dia 7 de maio, procurando os 21,8 mil ou 22 mil pontos. Isso significa um espaço de valorização entre 6,5% e 7,5%. Depois de atingir esse ponto, não há tendência definida. Os setores de bens de consumo (especialmente alimentos), energia e telecomunicações, todos eles voltados para o mercado interno, estão entre os beneficiários desse movimento.
A análise é de que há fatores concretos reforçando essa possibilidade de alta: externamente, após a divulgação da inflação norte-americana de maio (dentro das expectativas do Federal Reserve), o mercado comprou de vez a idéia de uma alta leve e gradativa dos juros dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, é visível o crescimento das economias dos EUA e Japão, sem uma diminuição muito expressiva da atividade na China. Internamente, o mercado financeiro está apostando novamente no crescimento com controle fiscal e monetário. Pegou bem a alta dos combustíveis (preservação dos interesses dos acionistas da Petrobrás), a austeridade do Banco Central nos juros e a predominância política do ministro da Fazenda, Antonio Palocci.
A ação mais citada em telecomunicações são as de CRT Celular (CRTP5) que, aliás, subiu 5,42% nesta quarta-feira.

Altas espetaculares

Os investidores aproveitam o atual movimento de alta para negociar papéis que vinham perdendo muito peso. O maior destaque desta quarta-feira foi Tele Norte Celular ON (alta de 15,38%), seguido de Tele Leste Celular PN, que subia 12,67%, cotada a R$ 0,80. Também tiveram bom desempenho as ações das operadoras controladas pela TIM, Tele Celular Sul e Tele Nordeste, com altas, respectivamente de 6,6% e 5,4%. Telemig Celular também teve um bom desempenho, com alta de 5,28%, cotada a R$ 4,59.

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