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Push-to-talk
Kodiak negocia sua plataforma com operadoras brasileiras
sexta-feira, 28 de Maio de 2004 , 17h55 | POR REDAÇÃO

A Kodiak está disposta a fechar pelo menos um contrato de venda de sua plataforma de push-to-talk (PTT) no mercado brasileiro até o fim do ano. "Acredito que em 12 meses todas as operadoras do Brasil terão o serviço de PTT disponível. Hoje, entre 10% e 20% da base de usuários no país demandam push-to-talk", afirma Craig Farrill, presidente da Kodiak.
A solução da companhia já foi comprada por nove operadoras da Europa e EUA. Seu grande diferencial, segundo o executivo, é trafegar as chamadas pelos canais de voz, o que garante mais qualidade e rapidez. "Quando a chamada utiliza o canal de dados ela pode atrasar devido ao uso da rede por outros aplicativos", explicou.
No software desenvolvido pela Kodiak para os terminais existe a possibilidade de o usuário se declarar "disponível" ou "indisponível" para o recebimento de chamadas PTT. A Kodiak é aberta para trabalhar com handsets de quaisquer fornecedores.
Além da chamada privada em PTT, a plataforma permite chamada para grupos e também a realização de teleconferências com o apertar de um botão – neste caso todos podem falar ao mesmo tempo, sem precisar esperar sua vez. Em breve a Kodiak lançará também o serviço de mensagem de voz instantânea, que consiste em deixar uma mensagem na caixa postal de alguém apenas apertando um botão.
Nos EUA, a operadora Alltel, que utiliza a plataforma da Kodiak, vende pacotes para uso ilimitado do serviço PTT por US$ 20 mensais. "Houve um crescimento de 30% no tráfego da operadora em apenas dois meses. E mais de 55 mil handsets PTT foram vendidos no mesmo período", relatou o executivo.
Farrill participou nesta sexta-feira, 28, da Conferência Latino-americana de CDMA, no Rio de Janeiro.

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