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Anatel suspende proibição e Vivo volta a comercializar no DF
quarta-feira, 19 de Maio de 2004 , 18h21 | POR REDAÇÃO

A Anatel anunciou na tarde desta quarta feira, 19, a suspensão da proibição de comercializar e ativar telefones móveis imposta na última quinta à Vivo no Distrito Federal. A agência havia aplicado uma medida cautelar para evitar que os problemas identificados na rede da empresa nas duas semanas passadas fossem agravados pelas novas habilitações em CDMA. Segundo Jarbas Valente, superintendente de serviços privados da agência, desde que foi aplicada a sanção, a agência designou um conjunto de 20 técnicos que realizaram todas as medições necessárias, inclusive utilizando equipamentos portáteis para verificação de sinal em campo, tarefa que só foi concluída na terça, dia 18. Ao mesmo tempo a Anatel analisou o conjunto da documentação encaminhada pela Vivo e os relatórios dos técnicos da agência que acompanharam os testes nos ambientes das centrais e concluiu pelo funcionamento satisfatório da rede CDMA da operadora. A Vivo deverá encaminhar à Anatel nos próximos dias a sua proposta de ressarcimento aos usuários prejudicados.

Equipamento superposto

Conforme já havia anunciado, a Vivo reduplicou a unidade de controle das ERBs onde foram identificados os problemas que impediam o completamento de chamadas para 10% dos 1,030 milhão de usuários da empresa no DF. Desta forma, de acordo com Sérgio Assenço, diretor regional da empresa para as regiões Centro Oeste e Norte, esta parte da rede, que já tem redundância justamente para evitar problemas, ficará quadruplicada: ?nós colocamos mais ou menos a metade dos assinantes em cada um das unidades, mas cada uma delas tem capacidade para suportar o tráfego inteiro da operadora?, explicou Assenço. Com a proibição de comercializar e habilitar aparelhos, a empresa calcula que deixou de acrescentar à rede cerca de 10 mil novos usuários no período: ?a punição foi inédita em nível mundial e muito dura, mas nós cumprimos nossa obrigação e agora vamos ressarcir os usuários prejudicados?, afirmou o diretor da Vivo.

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