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Venda da Embratel
Senador quer prestar esclarecimentos à corte americana
terça-feira, 30 de Março de 2004 , 18h43 | POR REDAÇÃO

O senador Jorge Bornhausen (PFL/SC), logo após as apresentações na audiência pública realizada no Senado sobre a venda da Embratel nesta terça, dia 30, apresentou um requerimento para que o plenário da Casa avalie a possibilidade de envio das notas taquigráficas da audiência à Corte de Falências dos Estados Unidos, com o objetivo de esclarecer que a Anatel não tem nenhuma objeção à venda do controle da Embratel para o consórcio da Geodex e teles locais. Segundo o senador, o fato de a MCI ter se contentado com uma proposta financeira de menor valor significa que havia preferência prévia por determinado grupo. Para ele, é importante enviar esclarecimentos para que a corte americana tome a melhor decisão, na sua opinião, em favor de melhor preço. A proposta do consórcio Calais, segundo documento enviado à corte de falências dos Estados Unidos pela MCI era variável, de US$ 350 milhões a US$ 550 milhões, de acordo com os resultados de uma due diligence que seria feita depois da aquisição, enquanto a da Telmex foi de US$ 360 milhões, sem impor qualquer condição. Isso, entretanto, não foi informado aos Senadores durante a audiência, apesar de estar em documentos públicos entregues pela MCI à Justiça dos EUA.
Os demais senadores que participaram da audiência também manifestaram seu estranhamento pela opção da MCI pela Telmex.
Segundo fontes ouvidas por este noticiário, houve uma reunião na noite de segunda, 29, entre representantes das concessionárias locais e os senadores para que eles obtivessem esclarecimentos a respeito dos fatos. A assessoria do senador Ney Suassuna, no entanto, negou a informação.

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