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Push-to-talk não vai requerer licença de SME
quarta-feira, 03 de Março de 2004 , 15h05 | POR REDAÇÃO

As operadoras de SMP poderão oferecer aparelhos dotados de dispositivos push-to-talk, para radiodespacho, sem a necessidade de licença específica. Foi o que esclareceu nesta terça, dia 4, em São Paulo, o conselheiro da Anatel José Leite Pereira, durante a Telexpo 2004. Não há, portanto, nenhuma preocupação da agência quanto a uma eventual quebra da exclusividade na prestação deste benefício pelas operadoras de Serviço Móvel Especializado (SME), ou trunking. ?A tecnologia é cruel: acaba com as fronteiras entre os serviços, e as operações mais novas sempre oferecem escopos mais amplos de atendimento?, observou o conselheiro da Anatel.
As operadoras como Vivo e Claro já testam soluções de radiodespacho, com objetivo de oferecer a mesma facilidade que tem sido até agora o grande diferencial da operadora dominante de trunking Nextel na concorrência pelos clientes corporativos. Leite, contudo, não acredita que a novidade permitirá às prestadoras de SMP acabar com o SME, lembrando que as operadoras deste último serviço continuarão a ter espaço trabalhando por nichos de mercado. A prova de que o SME continuará a ser atraente, segundo Leite, é a recente manifestação à Anatel de 24 empresas por novas licenças do serviço.

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