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Mercado financeiro
Ações do governo podem ter impacto positivo na bolsa
quarta-feira, 20 de agosto de 2003 , 19h29 | POR REDAÇÃO

Há pelo menos três ações que o governo Lula vem operando, que podem influenciar favoravelmente o mercado de ações ? inclusive o setor de telecomunicações- nas próximas semanas. São elas:

1) Maior cuidado nas relações com as agências reguladoras: junto às propostas de novo modelo para o setor elétrico e novos contratos de telecomunicações, as autoridades deverão adotar postura mais cuidadosa (leia-se, mais favorável) com a Aneel e a Anatel, procurando, porém, maior comprometimento com os interesses dos consumidores. A linguagem a respeito dos contratos deverá ser mais técnica e menos ruidosa.

2) Compensações na base política: os reflexos negativos da entrada do ex-governador do Rio de Janeiro, Antony Garotinho, no PMDB poderão ser parcialmente compensados pela ampliação das relações do governo com uma parte expressiva do PSDB. Volta-se a falar na possibilidade de participação futura de tucanos no governo. Jutahy Magalhães, da Bahia, é um dos maiores incentivadores da idéia.

3) Pacificação do MST: Fonte de primeira linha revela que o governo reativou encontros de assessores diretos do presidente Lula com as principais lideranças do MST, para discutir, do ponto de vista da esquerda, o significado da radicalização do movimento. Um desses encontros reuniu 150 pessoas durante cinco dias. O objetivo é conseguir uma redução drástica das invasões em troca de investimentos públicos na melhoria das condições dos assentamentos já existentes. Os próprios líderes do MST admitem que o movimento está perdendo fôlego no campo.

18 mil pontos

O chefe de pesquisa de um dos maiores bancos brasileiros conclui que o Ibovespa, pela média ponderada dos preços-alvos das ações que o compõem, deveria chegar, em agosto de 2004, a 18 mil pontos.
Isso equivale a pouco mais de 28% do índice atual ? o que é considerado muito pouco face à taxa básica de juros projetada para os próximos 12 meses (22%).
Ele observa, porém, que os preços que serviram de base foram tomados em uma conjuntura de baixa. Os números provavelmente serão revisados para cima.

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Principal encontro independente de debate e reflexão sobre políticas setoriais dos setores de telecomunicações e Internet. Organizado há 17 edições pela TELETIME e pelo Centro de Estudos de Políticas de Comunicações da Universidade de Brasília (CCOM/UnB), o evento congrega reguladores, formuladores de políticas, acadêmicos, empresas e analistas para um debate aberto sobre os temas mais relevantes e que serão referência ao longo do ano. Em 2018, estão em discussão uma agenda possível para o setor, o impacto do cenário eleitoral sobre as telecomunicações, a atuação  do Congresso Nacional sobre as políticas do setor de telecomunicações e Internet e as referências regulatórias internacionais.

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