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Telemig Celular cogita alianças com outras operadoras
quarta-feira, 23 de julho de 2003 , 12h47 | POR REDAÇÃO

O presidente da Telemig e da Amazônia Celular, João Cox, diz que a necessidade de se ter um alcance nacional depende mais da tarifa do que de estar presente geograficamente em todo o País. Segundo essa concepção, Cox especula alianças como a feita com a CTBC Celular pela qual os assinantes de ambas as operadoras pagam a mesma tarifa falando da área de uma ou outra prestadora. Dessa forma, diz Cox, é possível tentar acordos nacionais deste tipo. O executivo afirma inclusive que está conversando com outros players sobre essa possibilidade.

Aquisição e venda

O presidente da Telemig recusa-se a comentar qualquer processo de aquisição ou de venda da operação Telemig/Amazônia. O consórcio Telecom Américas e a Vivo seriam dois grandes interessados em adquirir a Telemig. Ambas as operadoras estão fora do Estado de Minas Gerais, sem ao menos ter licença para operar SMP nesse estado. É bom lembrar que foi a Vésper que adquiriu licença SMP em Minas Gerais. Por outro lado, Cox descarta a eventual aquisição da CTBC Celular, conforme tem circulado no mercado.

CSP

A Telemig, assim como a Amazônia Celular, BCP, CTBC e a Sercomtel, ainda não migrou para o SMP e portanto não adotou o Código de Seleção de Prestadora (CSP). Até que isso ocorra – a previsão é para o final do ano – a Telemig estará promovendo por dois meses, por sua conta, ligações interurbanas (VC2) ao preço de ligações locais (VC1), ou seja, o assinante Telemig não paga interurbano.
Quando tiver que adotar o CSP, a Telemig poderá negociar com outra operadora o CSP (a Embratel, por exemplo). Mas isso ainda está sendo definido. A Telemig foi uma das operadoras que se interessou pela faixa adicional em 1,8 GHz. Na ocasião, o superintendente de serviços privados da Anatel, Jarbas Valente, disse que se a operadora adquirisse a faixa (assim como as demais) teria que migrar para o SMP 30 dias após a efetiva aquisição da faixa adicional.

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