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Política
Embratel e Intelig elogiam documento
terça-feira, 20 de Maio de 2003 , 20h16 | POR REDAÇÃO

Para a vice-presidente de marketing e assuntos externos da Embratel, Purificación Carpinteyro, a política elaborada pelo Minicom incorpora uma série de princípios estabelecidos na Lei Geral de Telecomunicações. Segundo a executiva, com a implementação destas políticas o governo criará condições para a competição acontecer, principalmente com a implementação do modelo de tarifas de interconexão e desagregação baseados em custos incrementais. "O governo conseguiu reverter a tendência de monopolização do mercado de acesso antes que ele se estenda para outros mercados", elogiou Carpinteyro. Na sua opinião, ao incentivar a competição, o governo estará impulsionando a universalização. Isto porque a competição baixa a tarifa e aumenta o poder de compra da população. "A universalização não pode ser confundida com disponibilidade de linhas telefônicas". A executiva disse que a empresa deverá apresentar argumentos defendendo a política proposta pelo governo.

Espelho

Alan Rivière, da Intelig, também se mostrou bastante entusiasmado com a proposta de política de telecomunicações. "Acredito que esta reunião foi histórica". Segundo ele, as concessionárias locais se mostraram preocupadas com uma possível quebra de seu equilíbrio econômico-financeiro, mas as espelhos e a Embratel entendem que o documento apresentado representa a quebra do monopólio. O executivo da Intelig afirmou que a empresa não pretende propor nenhuma mudança no decreto proposto pelo governo e que irá fazer apenas sugestões durante a confecção das portarias que irão detalhar a política do setor. A empresa irá apresentar, até quinta, dia 22, uma série de argumentos defendendo a política elaborada e derrubando os argumentos das concessionárias locais.
Entre as operadoras locais, o presidente da Telefônica, Fernando Xavier, limitou-se a dizer que ainda é cedo para emitir alguma opinião sobre o documento.

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