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Para Cicchetti, instituição financeira não deve controlar tele
quarta-feira, 07 de Fevereiro de 2001 , 21h59 | POR REDAÇÃO

Depois de tecer vários elogios ao potencial da Brasil Telecom e de garantir que a holding italiana continuaria investindo para o crescimento da tele mesmo que os sócios não fechem a venda de suas participações, o executivo tomou um tom mais grave. Afirmou que, caso o negócio não se concretize, os sócios estariam cometendo "um erro para os investidores financeiros, que perderiam uma oportunidade de valorização dos seus investimentos, e um erro para a Brasil Telecom, que perderia a oportunidade de acelerar o seu crescimento e a sua expansão no mercado nacional". A declaração da Telecom Itália ressalta que o problema da BrT é estrutural, e não fruto apenas do desacordo entre os sócios. "É constituído pelo fato de que um operador financeiro não pode se transformar, de repente, num gerente de grandes e complexos projetos industriais, como demostram, por outro lado, os problemas que Opportunity tem com seus sócios nas várias empresas em que se encontra presente."

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