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Anatel não vê com bons olhos os contratos de exclusividade
quinta-feira, 24 de junho de 1999 , 20h48 | POR REDAÇÃO

Os contratos de exclusividade que as teles estão firmando com empresas não são considerados pela agência o mecanismo mais adequado para o cidadão. Edmundo Matarazzo acha que as empresas não deveriam ficar sujeitas a uma prestadora de maneira incondicional. "O ideal é que mesmo que tenham um contrato com uma prestadora, as empresas possam rompê-lo sem prejuízo, senão elas estarão perdendo seu real direito de escolha", completou o superintendente da Anatel.

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