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Motorola e Ericsson II
quinta-feira, 20 de Maio de 1999 , 21h05 | POR REDAÇÃO

A Motorola vê "com muita apreensão a publicação deste regulamento", por entender que ele estaria "interferindo diretamente na gestão e livre iniciativa" das operadoras. Segundo o comentário da Motorola, a política industrial para o setor de telecomunicações deveria se basear na criação de condições que permitam aos fornecedores do Brasil serem competitivos em preço, qualidade e tecnologia. E estas condições deveriam se dar através de outros mecanismos que incentivassem a produção local, e não com o regulamento de compras. Já a Nec, o terceiro grande fabricante mundial a mandar comentários, foi menos incisiva e pediu apenas a exclusão do trecho que dá preferência, entre a produção local, àquela que usa tecnologia nacional. Também enviaram comentários os seguintes fornecedores: Bargoa, Analog Devices, Computel, Maquigeral, Fundação CPqD, Batik, AsGa, Splice, Sisten, Saft Nife, Saturnia-Hawker, Zetax e Parks.

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