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Telefónica tem que sair da CRT, diz Guerreiro
quinta-feira, 30 de julho de 1998 , 19h50 | POR REDAÇÃO

Renato Guerreiro, presidente da Anatel, procurou explicar novamente a estrutura do Plano Geral de Outorgas. Uma empresa não pode participar de forma relevante em duas operadoras concessionárias de telefonia fixa. "A Telefónica tem que sair da CRT fixa", lembrou Guerreiro, "ou pelo menos ficar com participação inferior a 20%". Mas há ainda uma outra característica que define o que seja participação relevante. Não pode haver, entre os sócios, nenhuma forma de acordo que garanta o controle gerencial de uma empresa. Com isso, é possível que a Telefónica precise rever sua estratégia que, tradicionalmente, pede a gestão das empresas em que participa como sócia.

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