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Explicações para os ágios
quarta-feira, 29 de julho de 1998 , 22h20 | POR REDAÇÃO

Mas se não houve subavaliação, por que os ágios foram tão altos? Mendonça de Barros afirma que a experiência mostra que o preço mínimo tem que ser justo, mas ao mesmo tempo tem que ser atrativo para provocar o interesse dos investidores, fazendo com que mais empresas venham participar do leilão. O ministro considera que este "investimento no leilão" (gastos com a preparação, com participação nas data rooms, com pessoal à disposição etc) é essencial para criar o clima e produzir a adrenalina que leva os investidores a se tornarem mais agressivos.

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