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Ágios altos II
quarta-feira, 29 de julho de 1998 , 22h20 | POR REDAÇÃO

O ministro das comunicações tem ainda outra explicação, que ele sacou da conversa que teve após o leilão com o presidente da MCI. "Eles me disseram que vão cumprir as metas de universalização da Embratel muito antes do previsto para poderem atuar nas outras áreas" (esta é uma das prerrogativas do Plano de Outorga às empresas que cumprirem com antecipação suas metas de universalização). Mendonça de Barros acredita que o alto ágio da Telesp fixa também se deve a este fator. "Lá (em são Paulo) é mais rápido cumprir as metas de universalização", entendeu o ministro. A previsão de investimento das empresas hoje privatizadas, segundo Barros, é de R$ 60 bilhões em sete anos.

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Principal encontro independente de debate e reflexão sobre políticas setoriais dos setores de telecomunicações e Internet. Organizado há 17 edições pela TELETIME e pelo Centro de Estudos de Políticas de Comunicações da Universidade de Brasília (CCOM/UnB), o evento congrega reguladores, formuladores de políticas, acadêmicos, empresas e analistas para um debate aberto sobre os temas mais relevantes e que serão referência ao longo do ano. Em 2018, estão em discussão uma agenda possível para o setor, o impacto do cenário eleitoral sobre as telecomunicações, a atuação  do Congresso Nacional sobre as políticas do setor de telecomunicações e Internet e as referências regulatórias internacionais.

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