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Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações terá cinco secretarias, mas nomes ainda não estão fechados
quinta-feira, 19 de maio de 2016 , 11h17

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, ainda não tem a sua equipe fechada, mas algumas decisões administrativas já foram tomadas. Uma delas é de que a pasta terá cinco secretarias – seriam sete, caso mantivesse as existentes nos dois ministérios fundidos – e outra é que a nova pasta ficará na sede do antigo MCTI, após a transferência do Ministério da Integração Nacional, que funciona no mesmo prédio, para o espaço do antigo Minicom.

Do Minicom, serão mantidas duas secretarias. A terceira, que existia até a fusão, é a executiva, que será unificada. Serão conjuntas também outras estruturas administrativas, como as assessorias jurídicas, parlamentares e de imprensa.

De acordo com Kassab, os secretários dos dois antigos ministérios ficaram nos cargos e estão facilitando a transição. O ministro não descarta manter alguns nomes, mas a maioria dos integrantes da sua equipe virá mesmo do Ministério das Cidades, que ainda estão nos cargos antigos, ajudando na transição daquela pasta, antes liderada por Kassab e agora sob comando do ministro Bruno Araújo (PSDB-PE).

O ministro reconhece que a fusão gerará uma redução de gastos pouco significativa, mas fortalecerá os setores sob sua administração. "É compreensível a preocupação das áreas envolvidas, mas meu sentimento é de que passado alguns dias, as estruturas estão mais tranquilas, ou com uma intranquilidade menor. Todos perceberam que não haverá privilégios, pelo contrário, [a pasta] terá maior peso político", disse o ministro, durante sua participação no programa "Palavras Cruzadas", da TV Brasil, na quarta-feira, 18.

Sobre recursos para o novo ministério, Kassab reconheceu que as notícias não são boas. "O problema de recursos é muito sério nos ministérios, a situação está difícil, temos que ter consciência de que não haverá recursos disponíveis para atingir todas as metas e sabemos que não podemos errar na priorização das ações", disse. Ele acredita que é muito importante se ater ao plano plurianual de cada ministério para que a população entenda a situação, não haja frustrações. "Nesse caso, o importante é falar a verdade", disse.

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