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Competição
Embratel nega oposição ao modelo nacional de telecomunicações
quinta-feira, 18 de julho de 2002 , 14h53 | POR REDAÇÃO

Jorge Rodrigues e Purificación Carpinteyro, respectivamente presidente e vice-presidente para assuntos externos da Embratel, se reuniram nesta quinta, dia 18, com o ministro das comunicações Juarez Quadros a fim de garantir que a empresa não se opõe ao modelo de telecomunicações brasileiro. Também explicaram mais uma vez a posição da operadora em relação às tarifas de interconexão praticadas pelas teles locais. "Nossa reunião foi feita para manter o ministro informado do raciocínio de nossas ações para que elas não sejam interpretadas como um desafio ao modelo", explicou o presidente da empresa. Segundo ele, as ações da Embratel na Justiça contra a autorização de LDN para a Telefônica foram justificadas como uma forma de garantir que "os direitos da Embratel sejam assegurados".
Rodrigues também negou que a Embratel trabalhe com a expectativa de quebrar em seis meses, como chegou a ser publicado na imprensa. Como explicou o executivo, a empresa considera impossível continuar competindo no mercado de longa distância nacional se a política de cobrança das tarifas de interconexão de redes locais permanecer a mesma.
Os representantes da Embratel também exigem uma providência da Anatel quanto à política de preços das teles locais, sob pena de acabar com a competição no mercado de longa distância regional. Segundo Purificación Carpinteyro, a sugestão da Embratel é que a agência determine tarifas de interconexão da rede local menores ou iguais às tarifas de público. Assim, segundo ela, ao baixar as tarifas, a operadora local é obrigada a baixar proporcionalmente a tarifa de interconexão. Segundo a executiva da Embratel, em 90% dos casos as tarifas de interconexão são mais altas que as tarifas cobradas do público.

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