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SGDC
Não há problemas com o leilão do satélite, só pedidos de esclarecimentos, garante o presidente da Telebras
terça-feira, 17 de outubro de 2017 , 16h01

O presidente da Telebras, Maximiliano Martinhão, afirmou, nesta terça-feira, 17, que o novo adiamento do leilão da capacidade do satélite brasileiro foi somente para atender os pedidos de informações de interessados em participar do chamamento público. "Estamos em continuas reuniões com os interessados, esclarecendo os pontos do edital que ainda geram dúvidas porque é um investimento importante que farão e precisam montar suas propostas", disse.

Martinhão não revelou com quem foram as reuniões nem o perfil dos interessados, mas pelo Diário Oficial é possível acompanhar a autorização de viagens internacionais da estatal e o principal responsável pela licitação, Bruno Soares, esteve na Califórnia recentemente para tratar especificamente do chamamento público do SGDC. A sede da ViaSat, considerada uma das grandes apostas do governo, é justamente em Carlsbad, no estado norteamericano da Califórnia.

Martinhão disse que não há problemas com o chamamento público do SGDC, mas apenas a necessidade de prestar mais informações. A nova data do leilão é dia 31 deste mês. A primeira previsão foi de que o chamamento fosse realizado em 31 de agosto, foi adiada para 27 de setembro, depois para 17 de outubro e agora para o dia 31. O leilão será de dois lotes, com 57% da capacidade do satélite na banda Ka.

Para Martinhão, que participou nesta terça-feira de primeiro evento como presidente da estatal, ainda há muito trabalho a fazer na Telebras, além do satélite. "É preciso tocar os projetos em andamento, como o do cabo submarino, atualização e expansão da rede, anéis metropolitanos, tudo com os recursos previstos no orçamento e dentro do papel da Telebras", afirmou.

Martinhão participou do Fórum da RPN, que avalia os 25 anos da internet no Brasil e projeta os desafios futuros. O evento acontece em Brasília até esta quarta-feira, 18.

COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Cesar C. Ghizoni disse:

    A Telebrás deveria comentar sobre como vai recuperar o investimento de cerca de 2,8 bilhões de reais com aluguel de capacidade na banda Ka. A conta não parece fechar!

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