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Bondholders escolhem pagamento em ações; Oi prevê diluir 71%
sábado, 17 de março de 2018 , 00h05

A Oi comunicou em fato relevante no final da noite desta sexta-feira, 16, a opção escolhida pelos credores bondholders no plano da recuperação judicial. Segundo a empresa, o resultado preliminar mostra que os credores titulares de créditos no valor principal de US$ 8,017 milhões ou equivalente em reais e euros optaram pela forma prevista nas cláusulas 4.3.3.2 e seguintes do plano.

Com isso, os credores internacionais escolheram o pagamento por meio da potencial diluição de participação após futura distribuição de ações do veículo de investimentos internacional da Oi, a Portugal Telecom International Finance (PTIF), e da futura emissão de novas ações ordinárias e bônus de subscrição da Oi, no contexto do aumento de capital aprovado em março. Assim, de acordo com a empresa, a diluição seria de aproximadamente 71% – o plano previa uma conversão de no máximo 75%.

A companhia explica que esse percentual está sujeito a resultado de uma oferta de troca a ser feita após a satisfação ou renúncia de certas condições estabelecidas no plano aos bondholders qualificados que tenham exercido opções válidas de pagamento. Também está sujeito ao resultado do exercício de direito de preferência dos acionistas da Oi, além de considerar que a totalidade dos créditos será paga na forma prevista na cláusula e que todos os bonds relativos terão sido entregues na oferta de troca.

A Oi ressalta que, para ser válida a opção de pagamento, o investidor qualificado deveria ter fornecido até às 17h (horário de Nova York) da última quinta-feira, 15, a prova da titularidade da participação financeira nos títulos de cada série detidos às 23h59 (horário de Brasília) do dia 8 de março, por meio dos procedimentos descritos na declaração.

COMENTÁRIOS

3 Comentários

  1. Erick disse:

    Avante Oi! A Oi tem potencial, precisa sair dessa recuperação judicial pra ficar mais forte e brigar forte pelo mercado.

  2. Realidade... disse:

    Enquanto não for substituído o "cartel" de colaboradores que "contaminam" a empresa com as políticas de gestão do 3º mundo, essa será apenas mais uma tentativa de reerguer essa que foi referência das operadoras de telecomunicações no país…

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