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Novo modelo
ABTA debate primeiro conjunto de propostas para TV paga
segunda-feira, 15 de julho de 2002 , 19h15 | POR SAMUEL POSSEBON

A diretoria da Associação Brasileira de Telecomunicações por Assinatura (ABTA) já tem em mãos, e começou a discutir, as primeiras idéias sobre o que será o novo modelo para o mercado de TV paga no Brasil. Os trabalhos devem estar concluídos até outubro. Entre as propostas, há algumas bastante ousadas: a criação de uma infra-estrutura nacional única de banda larga a partir das redes de TV paga terrestres existentes, que seria administrada por uma espécie de consórcio; uma nova modelagem de programação com um pacote básico nacional não-exclusivo que custaria menos de R$ 30; a reestruturação do modelo de franquias; o posicionamento das redes de TV paga como infra-estrutura para os primeiros estágios da TV digital no Brasil; a busca de uma revisão tributária principalmente no que se refere ao ICMS entre outras.
A proposta é bastante mais ampla e ainda não tem preocupação em viabilizar todas as idéias. Os pontos não são definitivos, estão sendo debatidos com todo o setor e ainda serão ouvidas a Anatel e o próprio conselho da ABTA, entre outras instâncias. A novidade é que as idéias já foram apresentadas em detalhes para os principais executivos responsáveis pela estratégia do grupo Globo e Abril. Pela Globo, debatem o assunto inclusive Phillipe Reichstul (CEO da Globopar), Fernando Bittencourt (diretor de tecnologia da TV Globo) e Jorge Nóbrega (diretor de estratégia da Globopar). Pela Abril, Maurizzio Mauro (CEO) também já recebeu detalhes do primeiro esboço. A ABTA prefere não comentar o assunto até que as propostas sejam do conhecimento de todos as partes envolvidas.

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